No dia seguinte fizemos nossa travessia diária de
é webdesigner e estudante
de Artes Plásticas pelo
Unicentro Belas Artes
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O judeu errante é um personagem milenar. Talvez por isso tenha servido de inspiração e referência para tantos autores em épocas diversas: Borges em seu conto “O Imortal”, Assimov no livro “Asimov´s Guide to the Bible”, na inacabada peça “O Judeu Errante”, do português José Régio. Os exemplos parecem ser infindos. Porém, o mais recente deles parece ser “Renascimento – A Lenda do Judeu Errante”, de Sérgio Pereira Couto.
Entrar em maiores detalhes seria boicotar a eficiência com que Couto amarra sua trama complexa, recheada de elementos que vão desde hieróglifos do Egito antigo até extremismo islâmico. Partirei, porém, para uma reflexão –talvez encabida - de âmbito maior. Couto parece saber bem pra quem escreve e em que tempos, posicionamento característico de um escritor maduro e profissional. “Renascimento” adota um ar de contemporaneidade incomoda. Esqueça as bibliotecas empoeiradas. Para obter valiosas informações os personagens vão a cybercafés e consultam o Google, além de contatar informantes pelo Messenger, isto tudo em contraposição aos vilões, que fazem uso das armas sobrenaturais para se comunicar. As referências que constam nas falas das irmãs Klinger são de seriados de TV e o maior passatempo das heroínas é fazer compras. A caracterização dada no início do livro sobre Elizabeth Klinger ser bibliotecária e gostar de assuntos acadêmicos enquanto sua irmã Emile é historiadora e professora substituta na USP acabam não refletindo bem nos hábitos das moças ao decorrer da história. Além de que às vezes é difícil lembrar que Liz é noiva de Roger, de tão independente que é a relação entre os dois. Seria uma características das uniões atuais, que pregam a efemeridade?
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Olá, meus caros compatriotas!
Estava eu navegando pelo mar da internet quando me deparei com a seguinte manchete: "Novo filme de Nicole Kidman é acusado de promover o ateísmo entre crianças". Então fiquei muito curioso pra saber do que se tratava, era do filme A Bússola de Ouro que falavam. A comunidade cristã internacional está querendo fazer um boicote ao filme para que ninguém assista ou leia o livro, mas principalmente para que não filmem o resto da trilogia.
o link da notícia é esse: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2007/11/28/ult1817u7369.jhtm
Gostaria de abrir uma discussão sobre o assunto ou apenas ouvir os comentários de vocês sobre o assunto!RAFAEL CASTRO ,
cursa Filosofia no Mackenzie
e atualmente se dedica
a Iniciação Científica
P.S.: Levem todas as crianças que vocês conhecem para assistir o filme! hahaha
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O fanzine Somnium, do Clube de Leitores de Ficção Científica, vai lançar seu novo número (101), especial de fim de ano, e busca material de escritores (contos e artigos) que envolva Ficção Científica e Fantasia. O interesse, segundo os editores, é em contos inovadores e originais, dando preferência àqueles que têm no máximo 3000 caracteres. Os artigos poderão ter maior extensão.
O material deve ser enviado para o e-mail somnium@clfcbr.org até o dia 10 de Dezembro.
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É, neste final de semana estaremos em Ilha Comprida, com fanzines, cinema, sol e praia... ai ai.
Mas para quem vai ficar em São Paulo, capital, existe um consolo: o Itaú Cultural preparou, para este fim de semana prolongado, a Mostra Futuro Mais-Que-Perfeito. A mostra faz parte da exposição Futuro do Presente, que abriu esta semana.
O Itaú é de longe um dos espaços culturais mais dedicados às artes digitais e eletrônicas e ano passado sediou também debates sobre a Ficção-Científica no Brasil. A mostra está recheada de ótimos filmes de todos os tempos e feitos originalmente para todos os públicos, de Godard a Spillberg. A qualidade é tanta que fica difícil indicarmos uma seção em especial: todos os que conhecemos são pérolas, e os que ainda não vimos parecem não dever a eles em nada.
Vale MUITO a pena e nós do Fabulário lamentamos muitíssimo pela concomitânia... esperamos que, algum dia, o Itaú repita a dose.
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